Caminho do Bem

Resumo

Sabe-se que um dos maiores agravantes dos dias de hoje, é o maltrato a idosos a pessoas com deficiência. Porém, não é muito comum ver medidas tomadas para o auxílio dos mesmos. É de conhecimento geral que junto com a idade, surgem muitas dificuldades. Com isso, percebe-se os agravantes no trânsito para idosos e deficientes, principalmente na travessia. Ao analisar pesquisa realizada pelo jornal digital da USP, nota-se que 98% dos idosos não conseguem atravessar no tempo estimado do semáforo.(ZIEGLER, Maria Fernanda, 2017), podemos analisar também que a maioria absoluta dos idosos paulistanos (97,8%) não consegue atravessar ruas enquanto o sinal está verde para pedestres, acabam tendo de passar quando o farol já está piscando (DURÃES, M.; OLIVEIRA, N.; LABAKI, V.). Também deve ser citado o risco para deficientes físicos, que possuem grandes dificuldades no trânsito, além dos conflitos de locomoção sofrido pelos mesmos, ainda deve-se retratar os agravantes na travessia, seja por falta de tempo para passagem, ou seja pela falta de local acessível para a mesma. Pensando nisso, o projeto, Caminho do bem, pretende aumentar o tempo determinado através de uma pulseira que apenas os indivíduos possuirão, a pulseira será reconhecida pelo semáforo que irá interpretá-la e aumentará o tempo, diminuindo o risco de atropelamento e auxiliando os usuários numa travessia mais desacelerada e segura.

Biografia do Autor

Paulo Soares da Costa, Instituto Federal Catarinense
Professor de Informática do Departamento de Ensino do Instituto Federal Catarinense - Campus Fraiburgo
Publicado
2019-10-23
Seção
Resumos